Aqui estão as fotos da Buh que fiquei devendo. Fiquei feliz com o resultado e acredito que tenho melhorado muito de um trabalho para o outro.
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
domingo, 11 de setembro de 2011
quarta-feira, 24 de agosto de 2011
segunda-feira, 8 de agosto de 2011
Ensaio externo Pequeno Davi.
Foi a primeira vez que trabalhei com uma criança e foi dificil, mas muito divertido tbm.
O Davi é um amor, mas não parava quieto, hehe, quando eu focava ele saia correndo.
O resultado foi satisfatório, contudo ainda tenho muito oque melhorar.
Por enquanto é isso, espero que vocês gostem.
Abraço
O Davi é um amor, mas não parava quieto, hehe, quando eu focava ele saia correndo.
O resultado foi satisfatório, contudo ainda tenho muito oque melhorar.
Por enquanto é isso, espero que vocês gostem.
Abraço
quarta-feira, 13 de julho de 2011
Mostra fotográfica: As cores da Cidade
Então pessoal, essa mostra tem como objetivo apresentar o trabalho dos alunos do curso de fotográfica SENAC onde eu, como aluna, participo. Estão todos convidados.
sexta-feira, 8 de julho de 2011
sexta-feira, 1 de julho de 2011
BOOK PARA FOLLOWERS ...
Promoção esgotada.
Todas as datas disponiveis já foram ocupadas
Para mais promoções e informações diarias, segue lá @sahtins
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quarta-feira, 29 de junho de 2011
Robert Capa
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| Robert Capa |
" Se uma foto não está boa o suficiente é por que não se chegou perto o suficiente"
Robert Capa.
Robert Capa, nome fictício do fotografo Endre Ernõ Friedmann, nasceu em Budapeste, Hungria dia 22/10/1913.
O fotografo Hungaro ficou conhecido por cobrir os mais importantes conflitos da metade do século XX onde estão inclusos: Guerra Civil Espanhola, Segunda Guerra Sino-japonesa, Segunda Guerra mundial na Europa, no norte da africa a guerra Árabe-israelense de 1948 e a primeira guerra da Indochina.
Durante os seus estudos secundários foi atraído pelos meios culturais marxistas, como consequência foi fichado pela polícia e exilado em 1930. Proibido de voltar a Hungria, Capa foi para Berlin onde se inscreveu na Faculdade de Ciências Políticas da região. É na Alemanha em 1931 que inicia sua carreira como fotojornalista na "Dephot" (Deutscher Photodienst), a maior agência de jornalismo da Alemanha naquela época.
Em 1932, com a ascensão do nazismo Robert deixa Berlin por ter tendencias religiosas judaicas e segue primeiro para Viena e depois para Paris onde em 1934 unisse a Guerda Taro, e com ela cria o pseudônimo Robert Capa, repórter mítico nascido nos Estados Unidos da América.![]() |
| Capa e Guerda Taro |
Em junho de 1944, Robert Capa foi o único participante da invasão da Normandia que pisou numa praia francesa armado apenas de uma máquina fotográfica. Usava o capacete, a farda e as botas de um fuzileiro naval, mas viveu o dia D como um soldado da informação visual. Com as fotos publicadas na revista americana Life, também foi o único a documentar a batalha histórica. O maior repórter fotografo de guerra de todos os tempos aprendeu a narrar com imagens o que se passava na front.
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| Praia de Omaha - dia D |
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| Praia de Omaha - dia D |
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| Praia de Omaha - dia D |
Capa era um veterano combatente. Oito anos antes, ele cobrira como fotógrafo a guerra civil na Espanha. E ali eternizou um dos momentos que o transformaram numa lenda da reportagem fotográfica: durante uma batalha perto da cidade de Córdoba, registrou o instante em que uma bala atingiu a cabeça do soldado republicano Federico Borrell Garcia. “Se uma foto não ficou boa o suficiente, é porque o fotógrafo não estava perto o suficiente do acontecimento”, ensinou Capa.
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| Morte de Um Soldado Legalista (1936) |
Em 1947, o escritor John Steinbeck, prêmio Nobel de literatura em 1962, passou um mês ao lado de Capa na União Soviética para produzir o livro Um diário russo, ilustrado com fotos do amigo. Em Ligeiramente fora de foco, autobiografia escrita em 1947 e lançada no Brasil em novembro passado, Capa incluiu um depoimento de Steinbeck:
" Capa sabia o que procurar e o que fazer quando o encontrava. Sabia, por exemplo, que não é possível fotografar a guerra, porque ela é em grande medida uma emoção. Mas ele fotografou essa emoção, ao registrar o seu entorno. Era capaz de mostrar o horror de todo um povo no rosto de uma criança. Sua câmera captava e fazia perdurar a emoção. A obra de capa é ela própria o retrato de um grande coração e de uma arrebatadora compaixão. Ninguém tomará o seu lugar. Ninguém toma o lugar de qualquer grande artista, mas temos a sorte de ter em suas fotografias a qualidade do homem. Trabalhei e viajei muito com Capa. Ele podia ter amigos mais próximos, mas nenhum que o amasse mais do que eu. Ele tinha prazer em parecer displicente, descuidado com seu trabalho. Ele não era. Suas fotografias não são acidentais. A emoção que existe nelas não vinha do acaso. Ele podia fotografar movimento, alegria, desilusão. Podia fotografar pensamento. Ele captava um mundo, e era o mundo de Capa".
Quase vinte anos depois, em 1954, já famoso, Capa aceitou o convite da Life para fazer a cobertura da Guerra da Indochina. Numa estrada, distanciou-se dos tanques tripulados por soldados franceses e atravessou um campo em busca do melhor ângulo. Morreu ao pisar numa mina. Seu corpo foi encontrado sem as duas pernas. A máquina fotográfica continuava pendurada no pescoço.
P.S: Capa usava para fazer suas fotos uma 50 mm fixa, objetiva que imita o olho humano, a imagem que vocês vem no trabalho de Robert são absolutamente as mesmas que ele viu - sem aproximação, nem afastamento - incrível.
domingo, 29 de maio de 2011
Henri Cartier - Bresson
Henri Cartier-Bresson |
Com certeza uma das melhores formas de melhorar nossa fotografia e desenvolver nosso senso estético é buscar inspirações e criar referências, reconhecendo o trabalho dos grandes fotógrafos e analisando suas fotos, tentar pegar a essência de cada um deles, para que possamos criar a nossa própria identidade visual.
"O mais reverenciado e influente fotógrafo dos último tempos, foi Henry Cartier-Bresson (1908/2004), um dos gênios da fotografia do século XX, considerado por muitos, o pai do fotojornalismo moderno além de mestre nas palavras ao descrever a fotografia como uma manifestação da arte. Fundou juntamente com outros fotógrafos, dentre eles Robert Capa e Bill Vandivert, logo após o término da segunda guerra mundial, a Agência Magnum, que até hoje é referência em fotojornalismo, da qual faz parte o nosso ilustre Sebastião Salgado" Erika Lais
Henri Cartier-Bresson, nasceu no dia 22 de agosto de 1908, Chanteloup-en-Brie, Seine-et-Marne, França, ele foi o jornalista que idealizou o fotojornalismo (ramo da fotografia que visa transmitir informações de forma clara e objetiva). Tinha como característica marcante a captura de momentos de curta duração em que a forma, sentimento e conteúdo são transmitidos ao observador da imagem. Ele denominou essa habilidade de momento decisivo.
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| Henry Cartier-Bresson |
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| Behind the Gare St. Lazare, 193. Bresson |
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| Hyères, France, 1932. Bresson |
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