quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Ensaio externo Bruna Silva II

Aqui estão as fotos da Buh que fiquei devendo. Fiquei feliz com o resultado e acredito que tenho melhorado muito de um trabalho para o outro.




segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Ensaio externo Pequeno Davi.

 Foi a primeira vez que trabalhei com uma criança e foi dificil, mas muito divertido tbm.
O Davi é um amor, mas não parava quieto, hehe, quando eu focava ele saia correndo.
O resultado foi satisfatório, contudo ainda tenho muito oque melhorar.
Por enquanto é isso, espero que vocês gostem.
Abraço


quarta-feira, 13 de julho de 2011

Mostra fotográfica: As cores da Cidade

     Então pessoal, essa mostra tem como objetivo apresentar o trabalho dos alunos do curso de fotográfica SENAC onde eu, como aluna, participo. Estão todos convidados.

sexta-feira, 1 de julho de 2011

BOOK PARA FOLLOWERS ...

Promoção esgotada.
Todas as datas disponiveis já foram ocupadas

Para mais promoções e informações diarias, segue lá @sahtins



quarta-feira, 29 de junho de 2011

Robert Capa

Robert Capa
" Se uma foto não está boa o suficiente é por que não se chegou perto o suficiente" 
Robert Capa.

Robert Capanome fictício do fotografo Endre Ernõ Friedmann, nasceu em Budapeste, Hungria dia 22/10/1913. 
     O fotografo Hungaro ficou conhecido por cobrir os mais importantes conflitos da metade do século XX onde estão inclusos: Guerra Civil Espanhola, Segunda Guerra Sino-japonesa, Segunda Guerra mundial na Europa, no norte da africa a guerra Árabe-israelense de 1948 e a primeira guerra da Indochina.
     Durante os seus estudos secundários foi atraído pelos meios culturais marxistas, como consequência foi fichado pela polícia e exilado em 1930. Proibido de voltar a Hungria, Capa foi  para Berlin onde se inscreveu na Faculdade de Ciências Políticas da região. É na Alemanha em 1931 que inicia sua carreira como fotojornalista na "Dephot" (Deutscher Photodienst), a maior agência de jornalismo da Alemanha naquela época.
     Em 1932, com a ascensão do nazismo Robert deixa Berlin por ter tendencias religiosas judaicas e segue primeiro para Viena e depois para Paris onde em 1934 unisse a Guerda Taro, e com ela cria o pseudônimo Robert Capa, repórter mítico nascido nos Estados Unidos da América.

Capa e Guerda Taro
     Em junho de 1944, Robert Capa foi o único participante da invasão da Normandia que pisou numa praia francesa armado apenas de uma máquina fotográfica. Usava o capacete, a farda e as botas de um fuzileiro naval, mas viveu o dia D como um soldado da informação visual. Com as fotos publicadas na revista americana Life, também foi o único a documentar a batalha histórica. O maior repórter fotografo de guerra de todos os tempos aprendeu a narrar com imagens o que se passava na front.

Praia de Omaha - dia D
Praia de Omaha - dia D
Praia de Omaha - dia D
     Capa era um veterano combatente. Oito anos antes, ele cobrira como fotógrafo a guerra civil na Espanha. E ali eternizou um dos momentos que o transformaram numa lenda da reportagem fotográfica: durante uma batalha perto da cidade de Córdoba, registrou o instante em que uma bala atingiu a cabeça do soldado republicano Federico Borrell Garcia. “Se uma foto não ficou boa o suficiente, é porque o fotógrafo não estava perto o suficiente do acontecimento”, ensinou Capa.

Morte de Um Soldado Legalista (1936)
     Durante a segunda guerra mundial, capa escreveu um diário que mais tarde virou um livro autobiográfico chamado " Ligeiramente Fora de Foco  ", que foi publicado pela primeira vez em 1947. Capa gostaria de ter sido escritor, virou fotografo, e deixou fortes marcas no fotojornalismo mundial tendo estrema importância no reconhecimento e na construção da história mundial.
     Em 1947, o escritor John Steinbeck, prêmio Nobel de literatura em 1962, passou um mês ao lado de Capa na União Soviética para produzir o livro Um diário russo, ilustrado com fotos do amigo. Em Ligeiramente fora de foco, autobiografia escrita em 1947 e lançada no Brasil em novembro passado, Capa incluiu um depoimento de Steinbeck:


  " Capa sabia o que procurar e o que fazer quando o encontrava. Sabia, por exemplo, que não é possível fotografar a guerra, porque ela é em grande medida uma emoção. Mas ele fotografou essa emoção, ao registrar o seu entorno. Era capaz de mostrar o horror de todo um povo no rosto de uma criança. Sua câmera captava e fazia perdurar a emoção. A obra de capa é ela própria o retrato de um grande coração e de uma arrebatadora compaixão. Ninguém tomará o seu lugar. Ninguém toma o lugar de qualquer grande artista, mas temos a sorte de ter em suas fotografias a qualidade do homem. Trabalhei e viajei muito com Capa. Ele podia ter amigos mais próximos, mas nenhum que o amasse mais do que eu. Ele tinha prazer em parecer displicente, descuidado com seu trabalho. Ele não era. Suas fotografias não são acidentais. A emoção que existe nelas não vinha do acaso. Ele podia fotografar movimento, alegria, desilusão. Podia fotografar pensamento. Ele captava um mundo, e era o mundo de Capa".

     Quase vinte anos depois, em 1954, já famoso, Capa aceitou o convite da Life para fazer a cobertura da Guerra da Indochina. Numa estrada, distanciou-se dos tanques tripulados por soldados franceses e atravessou um campo em busca do melhor ângulo. Morreu ao pisar numa mina. Seu corpo foi encontrado sem as duas pernas. A máquina fotográfica continuava pendurada no pescoço.

P.S: Capa usava para fazer suas fotos uma 50 mm fixa, objetiva que imita o olho humano, a imagem que vocês vem no trabalho de Robert são absolutamente as mesmas que ele viu - sem aproximação, nem afastamento - incrível. 

domingo, 29 de maio de 2011

Henri Cartier - Bresson




Henri Cartier-Bresson

           "De todos os meios de expressão, a fotografia é o único que fixa para sempre o instante preciso e transitório. Nós, fotógrafos, lidamos com coisas que estão continuamente desaparecendo e, uma vez desaparecidas, não há mecanismo no mundo capaz de fazê-Ias voltar outra vez. Não podemos revelar ou copiar uma memória " Henri Cartier-Besson.


      Com certeza uma das melhores formas de melhorar nossa fotografia e desenvolver nosso senso estético é buscar inspirações e criar referências, reconhecendo o trabalho dos grandes fotógrafos e analisando suas fotos, tentar pegar a essência de cada um deles, para que possamos criar a nossa própria identidade visual.
     
     "O mais reverenciado e influente fotógrafo dos último tempos, foi Henry Cartier-Bresson (1908/2004), um dos gênios da fotografia do século XX, considerado por muitos, o pai do fotojornalismo moderno além de mestre nas palavras ao descrever a fotografia como uma manifestação da arte. Fundou juntamente com outros fotógrafos, dentre eles Robert Capa e Bill Vandivert, logo após o término da segunda guerra mundial, a Agência Magnum, que até hoje é referência em fotojornalismo, da qual faz parte o nosso ilustre Sebastião SalgadoErika Lais
      
      Henri Cartier-Bresson, nasceu no dia 22 de agosto de 1908, Chanteloup-en-Brie, Seine-et-Marne, França, ele foi o jornalista que idealizou o fotojornalismo (ramo da fotografia que visa transmitir informações de forma clara e objetiva). Tinha como característica marcante a captura de momentos de curta duração em que a forma, sentimento e  conteúdo são transmitidos ao observador da imagem. Ele denominou essa habilidade de momento decisivo.

Henry Cartier-Bresson 
Behind the Gare St. Lazare, 193. Bresson
     Essa foto, uma das mais famosas de Henri, retrata bem o fenômeno do momento decisivo. O único instante em que a foto obteria tal resultado é o segunda no qual ela foi tirada. Um segundo antes ou um segundo depois e o homem não apareceria na foto.

    
  









Hyères, France, 1932. Bresson